. . . .Usa-se hífen em palavras compostas cujos elementos, de natureza nominal, adjetival, numeral ou verbal compõem uma unidade sintática e de significado e mantêm cada um sua acentuação própria (o primeiro elemento pode estar em forma reduzida). Exemplos:
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ano-luz, arco-íris, decreto-lei, médico-ortopedista, segundo-tenente, guarda-noturno, mato-grossense, afro-brasileiro, quarta-feira, vermelho-claro, priemria-dama, conta-gotas, marca-passo, tira-teima, bota-fora, etc.
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Atenção: existem exceções. Alguns compostos , nos quais se perdeu em certa medida a noção de composição, se grafam aglutinadamente. Estes compostos são:
girassol, madrassilva, mandachuva, pontapé, paraquedas, paraquedista.
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. . . .Os demais, mesmo que tenham perdido a mesma medida de noção de composição continuam sendo grafados separados com hífem: para-lama, para-brisa, lero-lero, marca-passo, tira-teima, cata-vento, passa-tempo, etc.
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. . . . Regras que já são vigentes na prártica e que agora estão definidas:
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a) Em nomes de lugares geográficos, os topônimos, usa-se hífen com os prefixos Grão- e Grã-, em nomes cujo primeiro elemento é verbal e quando os elemenstos estão ligados por artigos:
Grão-Pará, Grã-Bretenha, Passa-Quatro, Trás-os-Montes, Todos-os-Santos
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b) Têm hífen palavras compostas que designam espécies botânicas e zoológicas:
.couve-flor, erva-doce, andorinha-do-mar, bem-te-vi, leão-marinho
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c) Usa-se hífen, e não travessão, entre elementos que formam não uma palavras mas um encadeamento vocabular:
.ponte Rio-Niterói, Alsácia-Lorena , Liberdade-Igualdade-Fraternidade
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