. . . . 3) Não se usa acento gráfico (agudo ou circunflexo) em palavras paroxítonas para diferençá-las de outras palavras delas homógrafas. Alguns exemplos dessas palavras afetadas:
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pára (flexão de parar) e para (preposição) passam a ser --> para
pêlo (subst. masc.) e pelo (por + o) passam a ser --> pelo(s)
pêra(s) (subst. fem.) e pera (prep. = para) passam a ser --> pera(s)
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Atenção: o verbo pôr (infinitivo) e pôde (flexão na 3ª pes. sing. pret. perf. do verbo poder) mantêm o acento, diferenciando respectivamente de por (preposição) e de pode (flexão de 3ª pess. sing. do pres. indic.). Fica facultativo usar ou não acento circunflexo em fôrma (com o fechado) para diferenciar de forma (com o aberto).
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. . . . 4) Perdem o acento agudo as vogais tônicas i e u de palavras paroxítonas, quando antecedidas de ditongo. Exemplo:
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feiúra passa a ser feiura
baiúca passa a ser baiuca
boiúno passa a ser boiuno
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Atenção: mantém-se o acento quando a palavra é proparoxítona como em feiíssimo ou oxítona como em teiú(s).
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Quando eu ouvi falar que o acento gráfico ia cair eu relamente fiquei preocupado em como faríamos para diferenciar os verbos por e pode. Não faria o menor sentido se eles tivessem tirado o acento gráfico nesses casos.
ResponderExcluirQue diabos é teiú(s)???? o.o'
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