Priemira edição do livro.. . . .Novela publicada em 1915 do escritor de ficção Franz Kafka, A metamorfose é dividida em três grandes partes e recebe forte influência das obras O duplo de Dostoiévski, O capote e O nariz de Gogol. A história começa quando o caixeiro-viajante Gregor Samsa acorda em seu quarto e descobre que está metamorfoseado em num inseto monstruoso.
. . . .O despertar era, para Franz Kafka, o instante mais perigoso do dia, mais perigoso do que o próprio ato de adormecer. N’O processo (a melhor de suas obras em minha opinião), o personagem principal Joseph K. também desperta de sonhos intranquilos e se descobre em uma situação no mínimo absurda – assim como na história de Gregor Samsa - que é o perigo a que estamos submetidos ao acordar de acordo com Kafka.
. . . .De início Gregor não acredita viver aquela situação mas em seguida tem uma fácil aceitação de sua nova forma - tentativa de fuga à realidade imediatamente refutada por um dado concreto bastante típica das histórias de Kafka (também acontece em O processo). O quarto de Gregor é o centro arquitetônico e narrativo da obra, o próprio Gregor é o centro da casa, é a única fonte de renda da decadente família burguesa que contraiu uma enorme dívida. A dívida é entre o pai e chefe de Gregor que lhe cedeu o emprego a fim de que ele sanasse a dívida. Como centro da casa, é inevitável que a mudança de Gregor mude também toda a rotina e a vida das pessoas da casa. O pai volta a trabalhar, a irmã arruma um emprego, a mãe passa a atender inquilinos já que agora alugam quartos na própria casa onde habitam. Há também uma metamorfose psicológica nos personagens do livro. Com o tempo livre que tem agora Gregor passa a pensar mais na sua vida e no seus sentimentos. A família que antes era tão preocupada com Gregor passa a ter repulsa por ele, chegam a afirmar que ele é um peso que têm que carregar. A morte dele, anunciada pela empregada, causa alívio a todos que saem a título de comemoração.
. . . .O despertar era, para Franz Kafka, o instante mais perigoso do dia, mais perigoso do que o próprio ato de adormecer. N’O processo (a melhor de suas obras em minha opinião), o personagem principal Joseph K. também desperta de sonhos intranquilos e se descobre em uma situação no mínimo absurda – assim como na história de Gregor Samsa - que é o perigo a que estamos submetidos ao acordar de acordo com Kafka.
. . . .De início Gregor não acredita viver aquela situação mas em seguida tem uma fácil aceitação de sua nova forma - tentativa de fuga à realidade imediatamente refutada por um dado concreto bastante típica das histórias de Kafka (também acontece em O processo). O quarto de Gregor é o centro arquitetônico e narrativo da obra, o próprio Gregor é o centro da casa, é a única fonte de renda da decadente família burguesa que contraiu uma enorme dívida. A dívida é entre o pai e chefe de Gregor que lhe cedeu o emprego a fim de que ele sanasse a dívida. Como centro da casa, é inevitável que a mudança de Gregor mude também toda a rotina e a vida das pessoas da casa. O pai volta a trabalhar, a irmã arruma um emprego, a mãe passa a atender inquilinos já que agora alugam quartos na própria casa onde habitam. Há também uma metamorfose psicológica nos personagens do livro. Com o tempo livre que tem agora Gregor passa a pensar mais na sua vida e no seus sentimentos. A família que antes era tão preocupada com Gregor passa a ter repulsa por ele, chegam a afirmar que ele é um peso que têm que carregar. A morte dele, anunciada pela empregada, causa alívio a todos que saem a título de comemoração.

